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Natureza humana no trânsito

por Nuno Costa Santos, em 25.03.18

No outro dia, num bairro distante, no momento em que me dirigia para um parquímetro, um condutor, preparando-se para se ir embora, ofereceu-me uma senha com algumas horas para gastar. Agradeci-lhe o gesto e valorizei-o como um ensinamento. Umas horas depois, já à noite, na minha rua, tive uma disputa ridícula com uma condutora por um lugar de estacionamento. Como se nada tivesse aprendido com quem fora generoso comigo, embora noutra situação. Para citar o outro, a vida como ela é. Ao volante o homem pode ser grandioso e mesquinho como uma personagem de Shakespeare. É mais um contributo para a convicção de que nas contingências do trânsito se pode aprender muito do que é a natureza humana nas suas fragilidades e redenções (Camus achava que era no futebol).

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publicado às 02:42



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