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Alongando-se

por Nuno Costa Santos, em 22.02.14

 

 

 

 

Que luz existe mais doce do que esta

de um Fevereiro a romper,

5:05 da tarde, ou por aí,

desafiando só a claridade?

 

Os caixotes do lixo estão vazios,

tombados no passeio,

as árvores neste pequeno parque

acolhem neve velha à sua sombra,

 

mas um pássaro canta o seu canto rouco,

que rompe a nuvem de ramos expectantes,

e uma nuvem a sério torna-se carmim

no azul novo que se tornou mais longo.

 

"Ponto Último e Outros Poemas", John Updike (Civilização Editora)

 

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publicado às 10:31



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